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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Não basta divulgar a revolução, deve-se aplicá-la (Reorganizar o Partido Comunista do Brasil)


RETOMAR A ANTIGA BANDEIRA DO PARTIDO COMUNISTA, SOB O LUMINOSO CAMINHO DO MARXISMO-LENINISMO-MAOÍSMO! PELA REORGANIZAÇÃO DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL!!!



O mundo todo está preparado para a revolução, as contradições só tendem a aumentar, e essas contradições só poderão ser resolvidas mediante a guerra popular, guiada por partidos comunistas armados da todo-poderosa ciência do proletariado: marxismo-leninismo-maoísmo.
O povo brasileiro já está de saco cheio do circo eleitoral burguês, prometem mundos e fundos, aparecem com discursos cheios de palavras polidas fazem de tudo para enrolar a população, falam que o Brasil está avançando, quando na verdade o país ainda está na corda bamba, passa por uma crise social, violência, drogas, corrupção, submissão aos interesses imperialistas precisando do auxílio das potências imperialistas que atualmente “estão com as últimas balas no pente”.
O partido comunista é a organização máxima do proletariado, e o proletariado brasileiro que já está se despertando contra a opressão burguesa carece de um partido comunista ha mais de trinta anos, então, o que fazer? Reorganizar o Partido Comunista do Brasil, para que o proletariado conquiste mais êxitos do que apenas aumento de salário e diminuição de jornada de trabalho, que o proletariado conquiste o poder e possa exercer a sua ditadura sobre a burguesia!
Assim como peixes não deixam a água e nem melões deixam a videira as massas não podem fazer revolução sem o partido comunista, e o partido comunista não pode guiá-las sem não estiver ideologicamente preparado. O presidente Mao ensina que com a ideologia correta temos as pessoas e os fuzis, e qual seria a ideologia correta? O comunismo, e o marxismo-leninismo-maoísmo que atualmente é a etapa mais elevada da ciência do proletariado. O maoísmo é de caráter universal, e não uma teoria adaptada apenas à realidade chinesa como matraqueiam derrotistas travestidos de comunista.
Sendo assim, um partido comunista maoísta pode e deve ser reorganizado no Brasil, para guiar as massas ao poder através da guerra popular, para vingar todos os que perderam a vida por causa da opressão capitalista, desde os camponeses e operários até os mais valorosos camaradas do antigo Partido Comunista do Brasil.
Iniciar a guerra popular prolongada, tomar e consolidar poder proletário e fazer do Brasil um baluarte para o Movimento Revolucionário Internacional, eis a tarefa, tarefa que não é fácil, pois nem a guerra popular e nem o socialismo podem ser alcançados facilmente, haverão desde problemas ideológicos até elementos anti-partido infiltrados com o objetivo de minar os interesses do proletariado, mas é apenas com a revolução proletária e a consolidação da ditadura dessa classe que as contradições poderão ser resolvidas.

ABAIXO AO REVISIONISMO! VIVA O MAOÍSMO!

PELA RECONSTITUIÇÃO DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL!

VINGAREMOS OS CAMARADAS DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL MORTOS DURANTE O REGIME MILITAR!
VINGAREMOS!!!

VIVA A REVOLUÇÃO PROLETÁRIA MUNDIAL!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Guerra popular no Butão



Pouco se conhece sobre o Butão, país que faz fronteira com a Índia e a China, e talvez alguns camaradas além de não saberem sobre a existência ou a localização desse país, talvez nem saibam que por lá existe uma guerra popular levada a cabo pelos camaradas do Partido Comunista do Butão (Marxista-Leninista-Maoísta).
O Partido Comunista do Butão (Marxista-Leninista-Maoísta) foi fundado em 22 de abril de 2003, e em 2007 iniciou a guerra popular.
Como todo partido comunista, este partido sustenta uma luta de duas linhas, uma, oportunista, comandada por Vikalpa (que significa alternativa), e outra, que defende a guerra popular iniciada no campo para depois tomar a cidade, linha representada pelo camarada Birat.
Os maoístas do Butão declararam guerra popular depois que enviaram um fax com uma demanda de 13 pontos para o Governo Real do Butão no dia 22 de março de 2007, entre estas 13 demandas estavam as: introduzir uma democracia popular no país para substituir a monarquia, garantir o multipartidarismo, a repatriação dos refugiados com honra e dignidade aos seus lares, e libertar todos os presos políticos. Ainda no mesmo dia, os camaradas fizeram ações armadas em 16 distritos do país.
O oportunista Vikalpa foi destituído de suas funções no partido em 20 de janeiro de 2008 quando a maioria dos camaradas do Partido concordaram com essa decisão.
Camaradas, a guerra popular não é um luxo de partidos irmãos, mas, uma necessidade do proletariado em obter a sua liberdade e a sua dignidade, isso também prova a vigência da guerra popular, e a universalidade da aplicação do maoísmo, o presidente Mao nos ensinou que se uma teoria só se aplica à uma determinada realidade, então essa teoria não é revolucionária.
Muitos oportunistas que elogiam o presidente Mao, dizem que, “o maoísmo só pode ser aplicado à realidade chinesa e não em um país como Brasil ou Estados Unidos”, então quer dizer que o maoísmo não é revolucionário, grande mentira desses tolos, o maoísmo e a guerra popular são a chave para soltar os grilhões dos povos oprimidos e a arma que destruirá o imperialismo de uma vez por todas!

VIVA A REVOLUÇÃO BUTANESA!!!

VIVA A REVOLUÇÃO PROLETÁRIA MUNDIAL!!!


GUERRA POPULAR ATÉ O COMUNISMO!!!


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O problema das drogas e seu envolvimento com o imperialismo


Poster dos Panteras Negras onde diz: "capitalismo mais dogras igual a genocido".



A causa deles é o baseado
Não é nem um pouco difícil encontrar por aí pessoas viciadas em algum tipo de droga, seja álcool, cigarro, maconha, crack ou cocaína... Também não é difícil encontrar alguns “marxistas” que apóiam a liberação das drogas, principalmente a troskalhada do PSTU, PCB, PCO, e PSOL.
Gente assim parece não compreender as lutas de verdadeiros partidos comunistas contra as drogas. Esquecem da luta do Partido Bolchevique contra o alcoolismo, ou da luta dos camaradas chineses contra o tráfico de ópio, que levou o país à uma crise social nos tempos do governo reacionário, mas graças a revolução de 1949, em 4 anos o tráfico de drogas na China havia desaparecido, isso porque as casas de ópio foram fechadas, os mafiosos foram presos ou foram para a vala e os viciados passaram por tratamento.
Durante as eleições de 2010, um tal de Plínio Arruda Sampaio apresentou um projeto em sua campanha: legalizar a maconha e criar um imposto sobre ela. Daí apareceu um monte de militantes do PSoL dizendo que aquilo era progressista, e revolucionário... Revolucionário para a burguesia, já que com isso, eles teriam mais uma fonte de lucro, poderiam alienar as massas, e o bandido passaria a virar um “respeitável senhor empresário”.
Camaradas, quem se beneficia com as drogas, o povo, ou os imperialistas?
Depois do tráfico de armas, o tráfico de drogas é um dos negócios ilegais mais lucrativos no mundo.
São extremamente prejudiciais à saúde e são prejudiciais à classe proletária, pois, são um meio de dominação utilizados pelos imperialistas para afastar as pessoas da compreensão  da realidade em que vivem, tornando-as apáticas e descrentes, facilitando assim a dominação, o apodrecimento social, abrindo espaço para atividades contra-revolucionárias.
O envolvimento dos imperialistas com o tráfico de entorpecentes “é tão antigo quanto andar pra frente”, pois, é um negócio lucrativo.
Depois da revolução de 1949 na China, as tropas remanescentes do kuomintang fugiram para a Birmânia (atual Myanmar), onde obtiveram proteção dos imperialistas, e onde recebiam ópio como pagamento pelos serviços prestados ao imperialismo. Após a tentativa fracassada de reocupar a China em 1952, as tropas remanescentes resolveram controlar o tráfico de ópio na região.
Durante a guerra do Vietnã, os soldados norte-americanos recebiam heroína, e maconha como incentivo para continuar lutando numa guerra sem sentido, que era a guerra do Vietnã, ainda nos anos 70, o índice de viciados em heroína nos EUA aumentou muito, já que os ex-combatentes ainda continuavam viciados e a droga se espalhou.
Minorias étnicas no Vietnã e Laos eram financiadas pelos imperialistas para lutarem contra os camaradas do vietminh, pathet lao e khmer vermelho. Os nung, uma minoria étnica de origem chinesa que vivia no Vietnã, recebia como pagamento pelos serviços prestados ao imperialismo, prostitutas, cerveja e ópio.
O governo militar boliviano em 1980 além de estar envolvido na proteção de antigos fugitivos nazistas (Klaus Barbie), esteve envolvido com a comercialização de cocaína, ainda hoje o governo boliviano ainda faz vista grossa aos cocaleiros.
NÃO! É o que diz neste antigo poster soviético.
Depois veio o governo genocida do Peru, comandado por Alberto Fujimori, nos anos 90 o exército apreendia a cocaína dos traficantes, queimava farinha de trigo para enganar, e o governo enviava toda a cocaína salva para a Europa.
O atual governo colombiano também está envolvido com os famosos cartéis colombianos, que financiam forças para-militares, para cometerem verdadeiros genocídios contra os camponeses. Inclusive ex-presidente colombiano Álvaro Uribe era amigo de Pablo Escobar.
O governo fantoche do Afeganistão também está envolvido com drogas, ao invés dos campos produzirem milho, trigo, batatas, metade das terras férteis é destinada à produção da papoula, usada no narguile, o Afeganistão é também o maior produtor de haxixe no mundo, o haxixe é uma droga feita com a resina extraída da maconha.
Eis um negócio lucrativo aos imperialistas, unem o útil ao agradável, além de lucrarem rios de dinheiro, utilizam as drogas como meio de alienar as massas, afinal, um baseadinho de maconha não traz revolução, nem traz dignidade para as crianças que dormem nas ruas.

ABAIXO AO IMPERIALISMO!

YANKEE, GO HOME!

sábado, 8 de outubro de 2011

Mao e Nixon?




Muitos anti-maoístas, sejam eles trotskistas, hoxhaístas, bajuladores do imperialismo, quando querem condenar de alguma forma o maoísmo, ainda de que um jeito tosco, utilizam a foto em que o presidente Mao aperta a mão de Nixon, ex-presidente dos Estados Unidos. Outros reformistas que admiram o presidente Mao e ao mesmo tempo o revisionismo chinês, explicam que o presidente Mao passou a considerar o imperialismo soviético como sendo mais perigoso que o imperialismo norte-americano, o que é outra baboseira.
Pois bem, existe uma obra do presidente Mao intitulada “Sobre a solução das contradições no seio do povo” escrita em 1957, onde existe uma frase que explica melhor sobre uma coexistência com o imperialismo:

“Com relação aos países imperialistas, devemos igualmente unir-nos aos seus povos e lutar por coexistir pacificamente com tais países, comerciar com eles, e impedir uma possível guerra. Todavia, em nenhuma circunstância devemos alimentar a seu respeito idéias que não correspondem à realidade”.

Ainda nessa obra o presidente Mao diz:

“[...] Contudo se os imperialistas insistem em desencadear uma guerra, não há que ter medo. A nossa atitude a esse respeito é a mesma com relação a qualquer “desordem”: primeiro, estamos contra e, segundo, não a tememos.[...]”

Outra frase muito conhecida do presidente Mao foi dita em 1946, e faz sentido à respeito do imperialismo até hoje:

“Todos os reacionários são tigres de papel. Na aparência, os reacionários são terríveis, mas na realidade não são assim tão poderosos. Vendo a longo prazo, não são os reacionários mas sim o povo quem é realmente poderoso”.