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sábado, 27 de outubro de 2012

Contra o genocídio perpetrado pelo estado semifeudal e latifundiário.




Não é de hoje que o estado semi-feudal e genocida do Brasil vem perpetrando seus atos contra o povo. 

Respaldando e sendo respaldado pela corja de latifundiários, e empresários ligados ao imperialismo, o governo brasileiro mais uma vez decreta a sua guerra contra os que quase não possuem.
Lendo esta carta publicada pelos índios guarani-kayowá fica claro que nem mesmo as minorias étnicas deste país se vêem representadas pelo governo opressor decadente. Desde o proletariado até os indígenas estão sofrendo com o esse sistema desgastado. 

A falta de perspectiva dos índios perante a ordem de despejo e as ações dos pistoleiros contratados pelos genocidas mostra a falta que faz uma organização combativa presente neste país, para organizar esse povo e levá-lo não só à conquista do direito de viverem em suas terras, como também na conquista da libertação nacional, da libertação do imperialismo.

No presente momento nossas bases não estão presentes no território sul mato-grossense, ainda estamos em fase de construção, porém, de toda a forma, estamos apoiando totalmente a luta desse povo pela sua terra-mãe. Quando tivermos nossos comitês de poder popular e nossas bases de apoio, mostraremos a todo o país como é que se faz justiça, como é que se serve ao povo.

Nosso total apoio ao povo guarani-kaiowá. Desejamos que essa mensagem de apoio chegue aos simpatizantes dos Guardas Vermelhos, às pessoas solidárias com a luta do povo guarani-kaiowá.
Ao povo guarani-kayowá, de Navirai-MS, dizemos:

COMBATER! RESISTIR!

A REBELIÃO SE JUSTIFICA!

A TERRA É DE QUEM NELA TRABALHA!

Como mínimo gesto de apoio, reproduzimos aqui o apelo do povo guarani-kayowá:
"Nós (50 homens, 50 mulheres, 70 crianças) comunidades Guarani-Kaiowá originárias de tekoha Pyelito kue/Mbrakay, vimos através desta carta apresentar a nossa situação histórica e decisão definitiva diante de despacho/ordem de nossa expulsão/despejo expressado pela Justiça Federal de Navirai-MS, conforme o processo nº 0000032-87.2012.4.03.6006, em 29/09/2012.

Recebemos esta informação de que nós comunidades, logo seremos atacada, violentada e expulsa da margem do rio pela própria Justiça Federal de Navirai-MS. Assim, fica evidente para nós, que a própria ação da Justiça Federal gera e aumenta as violências contra as nossas vidas, ignorando os nossos direitos de sobreviver na margem de um rio e próximo de nosso território tradicional Pyelito Kue/Mbarakay.

Assim, entendemos claramente que esta decisão da Justiça Federal de Navirai-MS é parte da ação de genocídio/extermínio histórico de povo indígena/nativo/autóctone do MS/Brasil, isto é, a própria ação da Justiça Federal está violentando e exterminado e as nossas vidas. Queremos deixar evidente ao Governo e Justiça Federal que por fim, já perdemos a esperança de sobreviver dignamente e sem violência em nosso território antigo, não acreditamos mais na Justiça Brasileira.

A quem vamos denunciar as violências praticadas contra nossas vidas?? Para qual Justiça do Brasil?? Se a própria Justiça Federal está gerando e alimentando violências contra nós. Nós já avaliamos a nossa situação atual e concluímos que vamos morrer todos mesmo em pouco tempo, não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui na margem do rio quanto longe daqui. Estamos aqui acampados 50 metros de rio Hovy onde já ocorreram 4 mortos, sendo 2 morreram por meio de suicídio, 2 morte em decorrência de espancamento e tortura de pistoleiros das fazendas. Moramos na margem deste rio Hovy há mais de um (01) ano, estamos sem assistência nenhuma, isolada, cercado de pistoleiros e resistimos até hoje. Comemos comida uma vez por dia. Tudo isso passamos dia-a-dia para recuperar o nosso território antigo Pyleito Kue/Mbarakay.

De fato, sabemos muito bem que no centro desse nosso território antigo estão enterrados vários os nossos avôs e avós, bisavôs e bisavós, ali estão o cemitérios de todos nossos antepassados. Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser morto e enterrado junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui. Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação/extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é nosso pedido aos juízes federais.

Já aguardamos esta decisão da Justiça Federal, Assim, é para decretar a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e para enterrar-nos todos aqui. Visto que decidimos integralmente a não sairmos daqui com vida e nem morto e sabemos que não temos mais chance em sobreviver dignamente aqui em nosso território antigo, já sofremos muito e estamos todos massacrados e morrendo de modo acelerado. Sabemos que seremos expulsas daqui da margem do rio pela justiça, porém não vamos sair da margem do rio. Como um povo nativo/indígena histórico, decidimos meramente em ser morto coletivamente aqui. Não temos outra opção, esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS.''

Via Miguel Maron

Via Marina Soucasaux Mendes

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Do revisionismo ao mensalão




Muito se comenta a respeito do mensalão, o assunto é tocado desde os jornais mais progressistas do país, até os programas de humor mais estúpidos das emissoras de tv.

José Genoíno atualmente, dirigente de partido burguês.

O caso do mensalão vem se arrastando por mais de dez anos, e segundo a mídia informa, esse ano o caso seria encerrado com a devida punição dos acusados, porém, o que está se sucedendo é bem ao contrário, a maior parte dos acusados nesse grandioso esquema de máfia está sendo absolvida por um sistema jurídico que se acha infalível.

E mesmo que alguns poucos tenham  sido condenados, a pena é branda para os inimigos da pátria.
Entretanto, o caso do mensalão é apenas uma “ponta de icebarg” na história dos esquemas fraudolentos envolvendo a corja de demagogos que sempre usurpou o poder no Brasil, que começou lá no século XVI com o saque da madeira e do ouro por parte dos monarcas portugueses, seriam páginas e mais páginas para contar todos os crimes cometidos pelas autoridades contra o povo do Brasil.

Entre os principais acusados envolvidos no esquema mafioso do “mensalão”, estão José Dirceu e José Genoíno. Muitos anos antes do aparecimento do mensalão, esses dois senhores “ilustres” estavam envolvidos na luta pela construção do Novo Poder no Brasil entre os anos 60 e 70, porém, tornaram-se grandes capituladores entre o final dos anos 70 e início dos anos 80, seguiram este caminho que os levou ao reformismo e demagogia do Partido dos Trabalhadores.

Falamos inicialmente de José Dirceu, sim, o mesmo “camarada” que lutou contra a ditadura, dissidente do PCB em 68. Com o sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick em 1969, os camaradas organizados em torno do MR-8 e da ALN exigiram a publicação de um manifesto político revolucionário e a libertação de 13 presos políticos em troca da liberdade do embaixador, na qual, os camaradas obtiveram êxito. Grande parte deles nem pareciam ser os futuros entreguistas agrupados em torno do PT.
Nós, do blog Grande Dazibao sempre levantamos alto a bandeira da Forças Guerrilheiras do Araguaia, pois sabemos da grandiosa experiência que foi essa guerrilha para os revolucionários do passado e do presente, que nos serve de linha guia para compreender a revolução brasileira e o processo de construção da Nova Democracia.
Os 13 presos políticos trocados pelo embaixador norte-americano. Entre estes presos estava o sr "Zé Dirceu".

Tocamos nesse assunto, pois, agora falaremos de José Genoíno, ex-membro das Forças Guerrilheiras do Araguaia, militante do PCdoB desde 1968. Genoíno foi capturado pelo exército fascista logo no início da guerra popular em 1972. Após sofrer torturas (prática muito comum até hoje mantida pelas forças de repressão), ele passou o cooperar com os militares fascistas, sendo solto em 1977.

Genoíno permaneceu no PCdoB até 1979, naquela altura o partido comunista já havia se degenerado ideologicamente. Então, junto com um grupo pequeno-burguês atuante no PCdoB, eles formam, o PRC  (Partido Revolucionário Comunista). Apesar do nome ser bonito, e aparentemente se intitular “REVOLUCIONÁRIO”, esse partido foi absorvido nos anos seguintes pelo PT, convertendo-se atualmente em meras alas como a Nova Esquerda e a Esquerda Marxista.

Do guerrilheiro urbano ao senhor ex-ministro envolvido em esquema de corrupção, do guerrilheiro do Araguaia ao “mensaleiro”. Esse é o fim de todo o revisionista, de todo o capitulador, que troca a Luminosa Senda da revolução por um voto, pelo conforto de um palacete ou por um cargo no governo. Isso não é um fenômeno isolado, é algo histórico, que vai desde Bernstein até Pushpa Prachanda.

Cabe ao povo e aos revolucionários, traçar uma linha clara entre nós, e os capituladores, linha que se traça na luta ideológica, combatendo o oportunismo de direita, e o oportunismo de esquerda,  através do debate, da crítica, da autocrítica, da luta de duas linhas, da lei da contradição, aportes fundamentais que herdamos de Mao Tsé Tung!


Revolução em Manipur

O presente texto foi extraído do blog irmão Dazibao Rojo, publicado pelos camaradas da Espanha:

AVANÇOS REVOLUCIOÁRIOS EM MANIPUR*
  
“Partisan” se congratula em compartilhar a noticia da formação por parte do Partido Comunista Maoísta de Manipur (PCM) em 21 de setembro, da Nova Milícia Popular (NMP).
O estado de Manipur foi anexado pela Índia por meio da força em 1949; desde então se desenvolveu como um estado colonial e semi feudal. Neste contexto o PCM se converteu em um dos grupos armados mais importantes desta região.
Em sua declaração, o Partido enfatizou sobre a necessidade de superar a idéia revisionista de que a revolução é possível sem violência. Defende os ensinamentos de Lenin de que “a guerra é resultado inevitável do sistema de exploração” e que “o sistema imperialista é a fonte da guerra moderna”. O Partido empunha a conclusão de Mao de que “a revolução significa o uso da violência pelas classes oprimidas, isso significa a guerra revolucionária”. Segundo o PCM, é impossível fazer a revolução e emancipar-se do imperialismo sem tomar as armas.
O PCM está firmemente comprometido com a estratégia maoísta da guerra popular. Sua Nova Milícia Popular levará a cabo a atividade guerrilheira com o objetivo final da formação de um exército popular.
O PCM é parte do Movimento Comunista Internacional. O PCM defende abertamente as experiências revolucionárias do Partido Comunista da Índia (Maoísta), do Partido Comunista do Nepal (Maoísta) e do Partido Comunista do Peru, que para eles são as expressões mais avançadas da teoria maoísta da guerra popular.
O Partido Comunista Revolucionário do Canadá (PCR-RCP Canadá) se congratula da formação da Nova Milícia Popular dado que sem dúvida alguma estimulará e fará avançar a luta revolucionária e fortalecerá as forças revolucionárias do mundo sob a bandeira do marxismo-leninismo-maoísmo.

(*) Tomado de “Partisan” (Canadá), nº28, 5 de Outubro de 2012. http://theredflag.ca/node/333Texto selecionado, traduzido para o espanhol e transcrito para Dazibao Rojo por R. Manzanares

sábado, 20 de outubro de 2012

Por que anti revisionismo?


“Um comunista deve combater o revisionismo incansável e implacavelmente”

Presidente Gonzalo


Estas são as sábias palavras do doutor Abimael Guzmán Reynoso (presidente Gonzalo) chefe máximo da revolução proletária no Peru.

Enfim, por que lutamos contra o “revisionismo”? Por que ele é considerado tão perigoso? O que fazer para combatê-lo? Quem são os revisionistas? Pois bem, talvez essas questões estão a martelar na consciência de alguns camaradas menos preparados ideologicamente, principalmente naqueles que pela primeira vez se deparam com esse termo: revisionismo.

Então, o que vem a ser o revisionismo? Em poucas palavras o revisionismo deriva do verbo revisar ou rever. Esse termo entre os comunistas é utilizado para taxar todos aqueles que por diversas razões queiram rever, ou melhor, renegar as bases do marxismo-leninismo-maoísmo. É claro que existiram e ainda existem questões a serem resolvidas entre os comunistas, até mesmo Vladimir Lênin acrescentou vários pontos importantes à teoria de Marx e Engels, assim, dando origem ao leninismo. O trabalho de Lenin teve êxito, além corrigiu e complementou questões pendentes na teoria de Marx sem nunca renegar as suas bases, como a luta de classes, a função do partido comunista e a luta armada como ferramenta crucial na tomada do poder pela classe operária.

Os revisionistas sejam infiltrados dentro de uma organização comunista saudável ou fora dela, sem querer ou mesmo querendo, cumprem o papel de ferramentas utilizadas pelas forças retrógradas, os burgueses, imperialistas, fascistas, etc, justamente porque com a negação de aportes fundamentais do marxismo, geralmente o ponto de quebra acontece em relação a questão da tomada do poder, seja por medo, ou por ganância, vários partidos ou parte de vários partidos renegaram a guerra popular para se tornarem verdadeiros sanguessugas do estado burguês, quer dizer, abandonaram a luta autêntica para se lançarem em uma disputa de cargos dentro do regime burocrático burguês, temos como claro exemplo o PCdoB, e o PCR, que até uns trinta e poucos anos atrás estavam na luta para consolidar o poder operário organizando células clandestinas do partido e células do Exército Popular. Isso auxilia os reacionários em seus argumentos mais sórdidos, em dizer que o comunismo é um fracasso, que a luta de classes está ultrapassada ou só poderia ser usada caso algum governo fascista de extrema-direita tomasse o poder à força e não corresponde à realidade do atual século, e por outro lado, revisionistas como os do PCdoB, consideram o atual governo e suas coligações esdrúxulas como “progressistas”, acreditam que o exército brasileiro “esteja comprometido com a democracia”, ora senhores, os crimes cometidos pelo exército brasileiro no Haiti e nas favelas “pacificadas” é um lindo exemplo do “comprometimento” do braço armado da burguesia e do imperialismo.

Dois grandes mestres no revisionsimo: Fidel Castro e Josip Broz Tito
Friederich Engels nos ensina que durante toda a sua luta, o movimento operário acumula um colossal monte de lixo, ou melhor, dentro do movimento operário e revolucionário no curso de suas lutas, surgem desvios e seus desviados, a solução para isso, segundo Lenin, seriam os expurgos, que por sinal deram muito certo durante a gestão de Lenin e Stalin, porém, com o tempo e a experiência amarga de outros partidos comunistas, Mao Tsé Tung constatou que os meros expurgos não seriam o suficiente para neutralizar os elementos burgueses dentro do partido, dever-se-ia cortar o mal pela raiz, quer dizer, mesmo não havendo a burguesia como classe dominante na China pós-1949, ainda assim manifestavam-se ideais burgueses dentro do partido, isso ocorre porque mesmo a burguesia tendo sofrido um duro golpe na questão econômica após a revolução de 1949, ainda permanecia a cultura e os costumes burgueses que do seio das massas ia parar no seio do partido, exemplos históricos não faltaram para embasar esse aporte importantíssimo delineado por Mao Tsé Tung à frente do Partido Comunista da China; a União Soviética que até a morte de Stalin servia como baluarte revolucionário, e crescia espantosamente, em três anos teve seu crescimento econômico reduzido drasticamente (até a morte de Stalin a URSS crescia em torno dos 15% ao ano, e a partir de 1960 crescia no máximo 4 ou 5% ao ano).  O golpe deve ocorrer no tronco e na raiz, quer dizer, não basta apenas derrotar a burguesia na questão econômica, mas também questão social/cultural, por isso, deve haver uma revolução cultural nos mesmos moldes delineados por Mao Tsé Tung.

Ainda assim, essa não é uma luta que pode ser resolvida em questão de 10 ou 20 anos, um país como a China, por exemplo, viveram milênios de exploração e humilhação, a luta de quem vencerá a quem compreende um grande espaço de tempo.

Além da redução na economia (que mais tarde traria colapso à União Soviética e aos países que acabaram convertidos em meros satélites durante os anos 60), ocorreu o ataque ideológico, a figura de Stalin fora atacada e renegada, enquanto que os defensores de Stalin foram expulsos do Partido Comunista da União Soviética e de outros partidos que passaram a seguir a mesma linha ideológica degenerada. Além do ataque à figura do comandante supremo Josef Stalin, também houve a negação da luta de classes dentro da URSS (Kruschov no comando do partido dizia que a URSS estava prestes a alcançar o comunismo e que com isso não existia mais luta de classes dentro do país), e a negação da luta armada como ferramenta essencial para a tomada de poder por parte do proletariado. Toda essa sujeira feita por Kruschov e continuada ao longo dos anos até a queda final do revisionismo soviético são uma pequena amostra da periculosidade da ideologia burguesa infiltrada no partido, que, pode levar ao colapso total a economia e ideologia socialista ou podem simplesmente mudar os métodos de direção, quer dizer, a bandeira vermelha pode ser usada como tapete vermelho do capital estrangeiro em países revisionistas (ficam como exemplo atual China, Cuba, Vietnã e Laos).

O revisionismo apesar de levar sempre ao mesmo fim, apresenta formas diferentes de se chegar à completa estagnação do movimento revolucionário, às vezes apresenta formas descaradas e outras vezes pode parecer até imperceptível se não for submetido à uma análise profunda, pode assumir um caráter antagônico ou não-antagônico. Existe uma porção de nomes dados à diversas variantes do revisionismo, aqui estão algumas mais famosas:

Trotskismo;
Castrismo;
Bolivarianismo;
Teologia de libertação;
Eurocomunismo;
Titoísmo;
Hoxhaísmo;
Socialismo de mercado;
Caminho Prachanda;
Filosofia Juche;
Kruschovismo/brezhnevismo;
Bukharinismo
Brownsteinrianismo

Eis uma pequena parte o “colossal monte de lixo”, que se acumulou em mais de 160 anos (contando a partir de 1848 quando foi lançado o Manifesto do Partido comunista) até chegarmos ao presente ano de 2012.




Esta não é nem a primeira e nem a segunda vez que algum ou alguns reacionários recebem o “prêmio Nobel da Paz”. Esse prêmio Nobel da paz jamais foi concecido para qualquer lutador popular, todos os que receberam eram reacionários de todo o tipo, desde políticos genocidas (Kissinger, Obama) até beatos perdidos em sua loucura religiosa (Madre Teresa de Calcutá).

Depois do infame prêmio Nobel concedido em 2009 ao presidente norte-americano Barack Obama, por sua política de genocídio aos povos do Afeganistão e Iraque, (e que no momento tem se estendido também na Líbia e Síria), agora foi a vez da União Européia (uma espécie de IIIº Reich dos dias atuais). 

Essa falácia de prêmio Nobel à União Européia, é mais uma maneira fracassada de tentar confundir e distrair a rebeldia do povo europeu, porém, as massas conhecem seus inimigos e não acreditam na autenticidade desse prêmio (que além do título, a U.E. também recebeu a quantia de 1,2 milhões de dólares).

Como se sabe, grande parte da Europa vive um momento de intensa luta de classes (quer dizer, sempre houve luta de classes desde que a sociedade passou a ser dividida em classes), porém, a atual crise econômica causada pelas políticas entreguistas dos governos reacionários tem encurralado mais ainda o povo, que por sua vez está se mobilizando heroicamente contra as medidas tomadas por esses países.

Com a intensificação do protesto popular, as forças reacionárias tem aumentado a pressão contra as massas, cada vez mais a polícia e demais órgãos de repressão do governo burguês tem agido com mais violência, perseguindo os elementos mais progressistas, como sempre fizeram, porém, desta vez, com maior intensidade.

Essa aguda luta de classes tem dado seus frutos que são a organização das classes para enfrentar a ofensiva capitalista (uma guerra não declarada ao povo). Com a miséria vindo à tona, arrocho salarial, seguido de uma política anticomunista (como a prisão de membros do Partido Comunista da Espanha, e a proibição de símbolos e manifestações comunistas), a União Européia tem conduzido grande parte do continente europeu para um retorno aos tempos do fascismo e dos monarcas à serviço das potências reacionárias. Pois bem, como foi dito, perante a estes problemas, o povo tem se organizado ou estão aderindo às organizações comunistas já existentes, pois, é apenas sob a luz do comunismo, do marxismo-leninismo-maoísmo que o povo pode ter seus direitos respaldados.

Estes são alguns dos atuais presos políticos na Espanha

O povo europeu seguirá lutando pela verdadeira liberdade e pelos seus direitos, não por um governo conciliatório com a burguesia e o imperialismo, mas por uma ditadura do proletariado, desde a Rússia de 1918 até a Turquia atual (cujo povo segue lutando sob a luz TKP-ML).

ABAIXO AO IMPERIALISMO! VIVA A REVOLUÇÃO PROLETÁRIA MUNDIAL SOB A LUZ DO MAOÍSMO!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Criação da Organização dos Guardas Vermelhos

Finalmente camaradas, depois o vazio de quase 40 anos, o Brasil finalmente pode contar com uma organização revolucionária sob a luz do marxismo-leninismo-maoísmo em defesa da aliança entre operários e camponeses, é com grande orgulho, que o blog Grande Dazibao saúda os militantes, líderes e quadros da Organização dos Guardas Vermelhos.

Com a nossa mensagem de saudação, postamos aqui o Manifesto de Criação da Organização dos Guardas Vermelhos:




Povo lutador
Desde o momento em que o Brasil passou a ser colonizado, nosso país tornou-se palco de várias lutas, desde as lutas entre indígenas e portugueses até as atuais lutas entre proletariado e burguesia ou as lutas entre o campesinato e os latifundiários.
Pois bem, toda a nossa história foi banhada a sangue, assim como o presente. Muito ao contrário do que a mídia internacional mostra, o povo brasileiro não é um povo que vive feliz com a atual situação, não é um povo conformado, muito pelo contrário, é um povo que sempre lutou, todo dia é uma nova luta contra o regime burocrático-burguês que oprime o nosso povo.
Karl Marx nos ensina que a revolução é a parteira da história, e podemos ter total certeza disso quando folheamos qualquer livro de história (tanto faz em livros de história geral como os livros voltados à história do Brasil). Mesmo assim, nesse cenário de luta de classes, existem muitos elementos que se dizem progressistas, porém, não compreendem o antagonismo das classes, ou melhor, não compreendem a forma correta de resolvê-lo, por isso, muitas vezes as massas de operários e camponeses acabam iludidas e consequentemente decepcionadas por organizações ou pessoas que prometem resolver os problemas que afligem as massas.
O povo Brasileiro, desde o século XVI vem lutando pelos mais simples direitos que eram negados pela coroa portuguesa, depois pelo império e atualmente são negados pelo capitalismo burocrático.
Junto com as lutas históricas, surgiram as figuras históricas, líderes, ou mártires, como Zumbi dos Palmares, Tiradentes, Frei Caneca, João Sabino, Giuseppe Garibaldi, Conselheiro, Monge João Maria, sem esquecer as massas oprimidas que foram responsáveis pela eclosão dos levantes contra a opressão.
A luta de classes organizada pelo Partido Comunista no Brasil
Entre o final do século XIX e começo do século XX, surgiram as primeiras indústrias no país, e consequentemente, apareceram os operários, os proletários, que ganhavam salário insuficiente para sobreviver, além das péssimas condições de trabalho somadas com a falta de uma legislação que promovesse os mínimos direitos ao proletariado brasileiro.
Assim, não tardou muito para que surgissem as primeiras greves, rebeliões e organizações anarquistas e social-democratas, geralmente criadas pelos imigrantes europeus. Porém com o tempo, essas organizações mostraram a sua incapacidade de lidar com os problemas do proletariado brasileiro, além da forte repressão  por parte da polícia.
Em 1917, quando a revolução bolchevique triunfou, seus ecos foram ouvidos por todo o mundo, inspirando o proletariado, os camponeses e os intelectuais progressistas a formarem organizações comunistas pelo mundo afora. Com a formação da IIIª Internacional Comunista em 1919, impulsionou a formação de partidos comunistas pelo mundo afora, e não tardou muito para que a revolução comunista também triunfasse na Mongólia, em 1922.
Com a formação de diversos partidos comunistas, não demorou muito para que o Brasil fosse contemplado com a criação de um Partido Comunista, em março de 1922.
O partido formado por aqui em 1922 se chamava Partido Comunista do Brasil - Seção Brasileira da Internacional Comunista. Inicialmente o partido era legalizado, mas logo teve seu registro cassado pelo regime oligárquico.
A formação de um partido comunista no Brasil significou um grande salto para a construção do poder popular, e um duro golpe ao imperialismo agonizante, que sempre teve o Brasil como sua semi-colônia, fornecedora de matéria-prima e prostitutas.
Ainda que com alguns problemas ideológicos, o partido logo passou a ser presente nas lutas populares, organizando jornadas operárias, e antifascistas. Em 12 anos de existência o partido junto com a ANL (Aliança Nacional Libertadora) ousou em derrubar o regime fascista de Getúlio Vargas em novembro de 1935. Ainda que a revolução de 1935 não tivesse obtido êxito, foi a primeira tentativa de se estabelecer o poder popular no Brasil, ao ponto de terem levantado bandeiras vermelhas nos quartéis insurgentes, além de nomearem alguns ministros, fizeram de Natal-RN, a sede do governo provisório.
Depois disso seguiu-se uma forte repressão ao Partido Comunista, ao ponto de o governo ter declarado extinto o partido, porém, as idéias não se extinguem, o povo não se extingue, portanto, o partido tem a possibilidade de ser uma força invencível, e isso se mostrou claro quando em 1943 o partido foi reorganizado, e dois anos mais tarde foi legalizado.
Assim, o partido participou das primeiras eleições pós-Era Vargas, porém, devido à pressões do imperialismo, o partido foi posto na ilegalidade em 1948. Mesmo assim, isso não desmobilizou a luta de classes com o partido na vanguarda, assim, a partir da década de 50, o PCB foi responsável pela criação das primeiras ligas camponesas no Brasil, além da formação dos primeiros núcleos do Exército Popular, aos moldes da guerra popular prolongada, definidas pelo presidente Mao.
Porém, com o oportunismo kruschovista defendido por Luís Carlos Prestes, o Partido não levou a cabo a idéia da guerra popular prolongada no Brasil, ao contrário, buscou acordos com o governo, atacou a figura de Josef Stalin, desobedeceram ao estatuto do partido,  tudo isso com o objetivo de conseguir regalias do governo, como legalização, e cargos dentro do sistema.
Assim, Luís Carlos Prestes e seus capangas foram expulsos do partido em 1961. Então, a dissidênciad de Prestes formou o Partido Comunista Brasileiro, com base no revisionismo soviético de Kruschov e Brezhnev, enquanto que o Partido Comunista do Brasil manteve-se firme na defesa da figura de Stalin, nos princípios comunistas da guerra popular, e na luta contra o revisionismo aliando-se aos dois baluartes da luta anti-revisionista na época: Albânia e China.
Nem mesmo o golpe militar foi capaz de desmantelar o Partido Comunista do Brasil, que naquela altura, se fortalecia, enviando seus melhores quadros para a China, a fim de receberem educação política e militar em Shanghai, então, o partido passou a preparar a guerra popular no Brasil.
Quando o partido estava preparando a guerra popular e estava começando a adotar o marxismo-leninismo-pensamento Mao Tsé Tung, ocorreram duas divisões no ano de 1966, uma deu origem ao Partido Comunista Revolucionário, e outra deu origem ao Partido Comunista do Brasil – Ala Vermelha.
Isso ocorreu devido a alguns vícios herdados do partido de Prestes, já que os camaradas nordestinos que formaram o PCR não receberam a devida atenção por parte da liderança do PCdoB. Formulando uma linha correta sobre a revolução no Brasil e tomando como ideologia o comunismo marxismo-leninismo-pensamento Mao Tsé Tung, o camarada Manoel Lisboa, Amaro Luís de Carvalho e entre outros quadros destacados rompem com o PCdoB em 1966 e passam a preparar  células do Exército Popular no sertão de Pernambuco.
Em mais de 10 anos de atividade o PCR sempre esteve orientado sob os aportes revolucionários do presidente Mao, além de ter levado a cabo ações exitosas contra os militares fascistas. Infelizmente o camarada Manoel Lisboa de Moura, então importante liderança do PCR acabou preso e morreu sob tortura em 1973, morreu sem entregar seus camaradas, e seu trabalho continua a nos servir de inspiração.
Pois bem, o PCR seguiu na luta até o final da década de 70, quando se integrou ao MR-8 (Movimento Revolucionário  8 de Outubro). 
Finalmente, em abril de 1972, o PCdoB inicia a sua heróica guerra popular no sul do Pará e norte de Goiás (região do Araguaia), sem dúvida um dos maiores atos de patriotismo da história do Brasil, contando com um frente unido, exército popular e partido comunista, obtiveram vários êxitos em combate, ao ponto de que menos de 100 guerrilheiros foram capazes de enfrentar a mobilização de 25 mil soldados do exército fascista entre 1972 e 1974.
Desmobilização dos Partidos Comunistas no Brasil
PCdoB:
O desmantelamento das Forças Guerrilheiras do Araguaia (assim se chamava o braço armado do Partido Comunista do Brasil), serviu como base para uma aguda luta de duas linhas que vinha sendo movida dentro da cúpula do Partido Comunista. De um lado estavam os camaradas Pedro Pomar e Ângelo Arroyo, que defendiam a continuação da guerra popular no Brasil, e de outro lado estava João Amazonas e seu bando, que defendiam a tomada da via eleitoreira. Com o assassinato de Pedro Pomar, Ângelo Arroyo e outros quadros revolucionários em 1976, João Amazonas começou a moldar o PCdoB até culminar na aberração social-democrata atual. Para isso, ele teve que vacilar na ideologia: primeiro negou o maoísmo e a continuação da guerra popular prolongada no Brasil, aliando-se ao hoxhaísmo, e no final dos anos 80 passou a negar o hoxhaísmo, para depois assumir uma diretriz supostamente stalinista, para depois negar Stalin e assim formar essa aberração de número 65, que é o atual PCdoB.
PCR:
Com o PCR não foi muito diferente, com a prisão e morte de seus quadros mais combativos (entre eles Manoel Lisboa, morto sob tortura em 1973, porém, mesmo sob as piores condições não abriu a boca para delatar os camaradas). No final dos anos 70, o PCR se integra ao MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro).
Porém, em 1995 um grupo dissidente do MR-8, utilizando o nome de Partido Comunista Revolucionário e usurpando a imagem de Manoel Lisboa aparece no cenário político. Infelizmente não se tratava do mesmo partido revolucionário que organizava células do exército popular e defendia os aportes de Mao Tsé Tung, muito pelo contrário, se mostrou um partido eclético, ora assumindo posições hoxhaístas, ora assumindo posições castristas, flertando com oportunismo eleitoreiro.
PCB:
 Quando os militares deram o golpe em 1964, Prestes declarou que os golpistas não ficariam muito tempo no poder, que logo cairiam, a sua ilusão com o kruschovismo fez com que surgissem dissidências dentro do PCB ao longo dos anos 60, e Luís Carlos Prestes finalmente se viu obrigado a exilar-se na URSS em 1969, ano em que os social-imperialistas soviéticos atacaram tropas chinesas e ameaçaram bombardear os civis. Assim era a posição “comunista” de Luís Carlos Prestes: apoio ao imperialismo russo e difamação dos revolucionários consequentes.
Com o processo de abrandamento da ditadura militar em 1979, Prestes retorna para o Brasil e para o seu PCB, que na época estava infestado de tendências eurocomunistas, então, lança uma  autocrítica fraca sobre as suas posições que transformaram o PCB naquela aberração. No ano seguinte Prestes e seu bando rompem com o PCB.
Os remanescentes do prestismo atualmente formam o PCML, que apesar de ser um partido ilegal, alimentam, ainda que de modo fraco, ilusões eleitoreiras, além de possuírem uma visão errada sobre o caráter da sociedade brasileira e de como deve ser a revolução no Brasil, tendo como base os ensinamentos do renegado Prestes.
A necessidade da reconstrução
Para que o povo possa sair vitorioso em suas lutas intermináveis contra a classe opressora, é necessário possuir organização, é necessário lutar ombro a ombro, é necessário possuir uma linha guia, quer dizer, uma teoria, de como a luta deve ser mobilizada, definir as normas de conduta, etc... Nessa luta organizada, também surge a necessidade de uma chefatura, uma liderança, um núcleo responsável pela sistematização e lançamento de diretrizes entre os combatentes.
Pois bem, a Organização dos Guardas Vermelhos é fruto da necessidade urgente de uma organização que possa conduzir a luta de classes no Brasil, que possa atuar em defesa dos trabalhadores, dos intelectuais progressistas e demais classes que estão em luta contra o roubo e  humilhação imperialista que o nosso país vem sofrendo.
As necessidades do povo, as aspirações do povo são também nossas aspirações, pois somos parte do povo, não somos uma organização apadrinhada por políticos que participam desse jogo sujo da eleição, nem somos um grupo financiado por empresas privadas nem por empresas estatais, nem somos financiados pelo governo ou pelas forças de repressão do governo. Somos apenas filhos deste povo sofrido e que vem lutando há séculos contra todo o tipo de opressão perpetrada pelas classes exploradoras, pela burguesia e pelo capital burocrático.
O proletariado e o campesinato brasileiro por muitos anos foram humilhados pela burguesia e pelos grandes fazendeiros, os membros da burguesia nacional por sua vez também sofrem com o capital estrangeiro que dia após dia desbanca as empresas nacionais, e sugam todo o capital nacional, nosso país, sob o comando de um governo fantoche incapaz de resolver os problemas sociais, servindo apenas em prol dos interesses estrangeiros, transformando nosso território em semi-colônia, tendo como base o fornecimento de matéria-prima e mão-de-obra barata para as multinacionais e transnacionais.
Por isso, devemos nos levantar, não sozinhos, porém, juntos, em sincronia contra essa vergonha que somos submetidos diariamente, por isso, deve haver uma organização, deve haver uma linha política, um estatuto e uma chefatura, apenas a luta organizada é vitoriosa.
Organizados, sob a luz do comunismo, do marxismo-leninismo-maoísmo, somos capazes de infligir sérios golpes aos imperialistas e aos capitalistas burocráticos. O povo guiado sob uma linha correta consegue romper todas as cadeias da opressão, consegue promover os mais incríveis atos de vingança, até culminar com a tomada do poder, como fizeram os comunistas em tempos não muito distantes, como na Rússia em 1917 e na China em 1949.
JUNTOS VENCEREMOS!
VIVA O HERÓICO POVO DO BRASIL!
VIVA O MARXISMO-LENINISMO-MAOÍSMO!
VINGAREMOS OS CAMARADAS MORTOS PELA REPRESSÃO FASCISTAS!
 

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Sobre a tortura nas prisões brasileiras


Ainda que envolvida com o tráfico de drogas, o PCC teve origem na luta contra a opressão nas prisões do podre estado burocrata-burguês do Brasil.
Apesar de morte e tortura nas prisões brasileiras parecerem coisas distantes, coisa dos tempos do regime militar, o uso de pressão física contra os detentos continua sendo prática comum nos porões da “democracia” (que na verdade é uma ditadura de milionários).

Um dos casos mais famosos de abusos cometidos contra presos desde o fim do regime militar ocorreu há 20 anos atrás no complexo penitenciário do Carandiru, onde 111 presos rebelados foram mortos pela polícia do podre estado burguês.

A mídia costuma tratar esses casos como isolados, mostra algum ou outro caso de policial que agride o detento ou de algum soldado do exército entregando traficantes para as facções rivais, para depois chorar feito criança no tribunal. Além do mais, há muito tempo a mídia vem escondendo os abusos cometidos pelas tropas brasileiras ou pelas tropas sob o comando do exército brasileiro no Haiti.

Segundo informações do governo burguês brasileiro, 65% dos casos de tortura denunciados através do “Disque Denúncia” são contra os presos (1007 denúncias).  Segundo alegações da Pastoral Carcerária, o número de torturas ocorridas no Brasil é maior, já que a maioria dos presos não tem como fazer a denúncia.

As torturas, em sua maioria ocorrem como forma de obter confissões ou como punição aos detentos. Dessa forma, o estado burguês não satisfeito em criar toda a desigualdade que fomenta da delinquência, transforma as prisões em verdadeiras escolas do crime, jogando o povo contra o próprio povo. Não há exagero em dizer que as penitenciárias brasileiras se transformaram em escolas para o crime, já que nos últimos 18 anos o número de prisões aumentou, enquanto que o número de escolas públicas diminuiu.


O governo fascista brasileiro tenta mascarar tudo isso com o slogan: “País rico é país sem miséria”, referindo-se ao Brasil, que tem um dos piores ensinos do mundo, altos índices de desigualdade social, corrupção,  dependente da economia estrangeira,  submisso aos interesses do imperialismo, tudo isso respaldado por forças policiais que mais matam no mundo.